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O particípio é uma das formas nominais dos verbos. Ele, normalmente, indica uma ação concluída, como em: Terminado o show, jantamos.
Há duas formas de particípio: regular e irregular.
A forma regular é obtida pelo acréscimo da desinência -ado nos verbos de primeira conjugação e da desinência -ido nos verbos de segunda e terceira conjugações.
Ex.: preparar - preparado
tecer - tecido
fugir - fugido
Já o particípio irregular, como o nome sugere, não está marcado por uma desinência, mas diferentes desinências, não fornecendo, propriamente, um padrão. Isso quer dizer que dependerá de nosso vocabulário para conhecermos tais particípios. Alguns dos mais importantes seriam:
Como vemos, não há um problema real na existência do particípio irregular nos casos acima já que se trata de uma única possibilidade. O problema se instala quando um verbo possui as duas formas de particípio, como nos seguintes exemplos:
A questão que nos fica a partir de uma lista como essa é a de quando usar uma forma ou outra. Ora, não é tão complicado como parece. É só lembrar dois pares de verbos:ser/estar e ter/haver.
Com ser ou estar, usa-se a forma irregular.
Ex.: Isto foi feito por mim.
Ele é eleito pela maioria.
Nós estamos sujeitos à gripe.
Ninguém estará suspenso das atividades.
Com ter ou haver, usa-se a forma regular.
Ex.: Sua prima havia pegado as fotos antes de nós.
O povo tinha elegido o candidato com euforia.
O governo terá fritado o ministro até a próxima semana.
Havíamos findado o trabalho quando ele nos chamou.
OBSERVAÇÃO
1.Embora se use, habitualmente, somente a forma irregular do verbo pegar (pego), a forma regular "pegado" não é erro e pode ser usada normalmente com ter e haver.
2. Não existe a forma irregular para o particípio do verbo chegar (chego). Só há a forma regular: "chegado".
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DESCOMPLICANDO O PORTUGUÊS
Palíndromos
CURSINHO PRÓ-IFRN INICIARÁ SUAS AULAS DIA 25/03
Adjunto adverbial e adjunto adnominal - pontos que os divergem
Desta forma, torna-se essencialmente fundamental compreendermos, sobretudo no que diz respeito à Morfologia e à Sintaxe, que esta se refere às funções desempenhadas por uma determinada palavra em se tratando do contexto oracional em que se encontra inserida, e aquela às classes de palavras como um todo. Assim, ao estabelecermos familiaridade com o adjunto adverbial, sabemos que na Morfologia ele pertence à classe dos advérbios, e o adjunto adnominal é representado pela classe dos artigos, pronomes adjetivos, locuções adjetivas, numerais e adjetivos.
Tais elucidações permitiram-nos reconhecer sobre esse importante aspecto, contudo, o alvo de nossos estudos é enfatizar sobre as diferenças existentes entre o adjunto adverbial e o adjunto adnominal, haja vista que ambos são alvo de alguns questionamentos - representando de modo efetivo as consequências acima mencionadas.
Desta forma, no intuito de estarmos aptos a desenvolver nossa competência no que tange a esse aspecto, analisemos algumas considerações:
O adjunto adverbial sempre modifica verbos, adjetivos ou advérbios. Como por exemplo:
O bom motorista deve agir com cautela.
(verbo)
Constatamos que o termo em destaque poderia ser substituído pelo termo “cautelosamente”, o que evidenciaria um adjunto adverbial de modo.
Já o adjunto adnominal modifica substantivos. Assim, podemos detectá-lo em:
Adquirimos os livros de literatura.
(substantivo)
Detectamos que a expressão em evidência representa uma locução adjetiva referente a “literários”, demarcado por um adjetivo.
Assim, temos que “livros” é um substantivo, seguido de um termo que o modifica – ocupando a função de adjunto adnominal.
Praticando a Língua Portuguesa: As expressões pedir para e pedir que
No intuito de melhor compreendermos sobre os aspectos norteadores das expressões ora evidentes, ater-nos-emos a dois termos que literalmente nos revelam indícios extremamente pertinentes ao fato em questão – pressupostos semânticos.
Isto nos leva a crer que as circunstâncias relacionadas ao emprego dos referidos termos estão de fato submetidas ao sentido expresso por eles. Constatação efetivamente plausível, pois são inúmeras as ocorrências linguísticas cuja característica marcante se deve a este pressuposto. Desta forma, analisemos os presentes enunciados, os quais nos subsidiarão rumo aos propósitos firmados. Observe:.jpg)
Ambos, quando analisados sob a ótica dos compêndios gramaticais, se apresentam de forma correta? A resposta para tal questionamento é negativa, mas vejamos por que:
O termo “pedir para” é usado quando o sentido, estando explícito ou subentendido, retratar “licença, permissão, autorização”. Assim sendo, somente o primeiro exemplo está correto, haja vista que ele atende a este requisito:
Os alunos pediram (licença, permissão) para sair mais cedo, pois precisavam estudar para o simulado.
Já o termo “pedir que” não prescinde da palavra “para”, uma vez que não revela a mesma noção de significância. Portanto, o segundo exemplo está incorreto, pois dispensa o uso desta, cuja reformulação se evidenciaria por:
O gerente pediu que todos os funcionários comparecessem à reunião, realizada em caráter de urgência.
É bem possível que mediante tais postulados não tenhamos mais nenhuma dúvida em relação a este caso, estando aptos a colocar em prática todo nosso conhecimento ao nos tornarmos familiarizados com suas principais características.
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Razão X Emoção: Existe uma medida?
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Dr. Drauzio Varella.
PARABÉNS, EQUIPE PÉGASUS! PARABÉNS, PROFESSOR RENNAN LOPES!
Em outras postagens mostraremos mais detalhes da conquista da equipe e da chegada da mesma em terras potiguares. Breve, breve slide permanente da EQUIPE PÉGASUS no blog Ciências aqui!!!
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Evangelista participa de jantar de agradecimento pela reeleição em Soledade
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TERRENOS PARA VENDER EM PAU DOS FERROS. AO LADO DO IFRN
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L.C. SAX= Um sax para ouvir e sonhar
Há tempos venho amadurecendo a ideia de lançar um CD Instrumental (solo). Muitos pedidos e sugestões chegaram até mim e a cada dia sinto que o sonho se aproxima de uma realização. O projeto conta com uma seleção de músicas de boa qualidade. Melodias que marcaram os corações das pessoas apaixonadas e certamente lhes farão recordar os mágicos momentos das vossas vidas. Desde já, conto com o apoio de todos aqueles que são amigos e admiradores do meu singelo trabalho.
Forte abraço a todos.
L.C.Sax

































